segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Cento e vinte e sete

E daí que a vida é difícil mesmo...Pqp, e como.
Não tem sido tão sofrido como ontem, acontece que ontem estava com aquela mágoa no peito, presa...

E foi aquele dramalhão (não intencional) todo.
Tanto não foi intencional que, se observarem, o clima do início do post é um e do fim...Outro.

Altos e baixos, sempre.
Acontece que eu sou daquelas que tem certo pânico medo das águas escuras, ainda que calmas.

E não é, neste caso, um medo infundado.

Estamos tentando sobreviver a algo muito complicado... Blablablabla Whiskas sachê.

Acabou que discutimos horrores pelo msn, eu lutando para não chorar no trabalho...E ficamos de terminar em casa.
Você terminou?
Nem nós...hahaha

O clima tá bom e ninguém quer estragar, a verdade é essa.

E quando o clima esta um cú a gente não conversa nada construtivo, só há insultos e lágrimas .

Mas passa...Vai e passa.
O que  me mantém ali é a esperança...
(E um amor, um amor daqueles que dão calorzinho no peito ao ver a amada dormir...)
Esperança não. Esperança parece um sentimento que você deposita em algo que sabe que não vai dar certo, mas vai que...Um milagre...
Não é beeeeem isso.

Ainda que eu saiba que é sim um caminho tortuoso, eu permaneço ali pq acredito que a gente possa SIM ser pessoas melhores!!!!
Não é possível que sejamos estas pessoas medíocres que brigam por titicas domésticas e que em caso de problemas mutúos, se afastam em vez de se apoiarem mutuamente.

Ainda creio nisso e é isso que estou buscando na terapia,
E se ela estava fechada, a culpa (sempre ela) é também minha, que a magoei.

Se a gente tivesse começado este tratamento antes, com certeza sua postura seria outra (Já que ela sempre esteve aberta a fazer) e talvez nem esta merda toda tivesse ocorrido em NOSSAS vidas.

(NOSSAS pq na minha vida foi-também-uma bomba de merda)

Ainda tenho esperança de que no tempo dela a comunicação vai ficar melhor...
:)
Mas acho que podia estar bem pior.

Não, não é fácil.
Sim, pensar as coisas que ela pensa sobre mim dói muito...

Mas não vou pelo caminho mais fácil.
Qual é?
Ir para a casa da minha mãe...Me afastar... Poder recomeçar minha vida.

Tenho a impressão de que ali ao lado dela serei sempre uma vagabunda.
Ao mesmo tempo se estivesse longe, poderia começar a construir a pessoa que quero ser.

Mas não vou sair de lá.

Ainda tenho a crença de que um dia ela irá compartilhar comigo um pouco mais de sua dor, para assim eu poder ajudá-la...


Minha maridinha é mais racional, ás vezes consegue esconder dela mesma o que sente.
Por isso digo que no fundo dá um certo medo de tudo isso aflorar e ela, olhando para mim ali no sofá, dizer: "Mas que porra você tá fazendo aqui???"...

hahahah

Maria del barrio, siempre.
"Y a mucha honra!"

E lá vamos nós...
Nessa montanha russa louca.

PS: Não era esse o post que tinha em mente...
Mas as coisas vão indo sozinhas...

Adoro.

:)


PSII:  Pessoas comentadoras do meu Brasil ... Respondo sempre os comentários abaixo do de vocês...Só dar uma olhadinha por lá que estou conversando cocês.

PSIII : Me sinto tão subcelebridade falando estas coisas! Tipo Natalie L'amour...Hahahaha. Acha que tem fama, carreira e fãs...

Mas ... Eu si divirto





3 comentários:

Anônimo disse...

Bom, legal a sua persistência de querer ficar, lutar do seu jeito. O que segura só pode ser amor, certo? Sem isso, como ficar, aguentar? Tem que ter um sentimento mt forte pra continuar o caminho das pedras..rs. Então continue firme e forte! E é a esperança que carrega a gente pra frente mesmo, em tudo!

até
Barbara

disse...

Sim... Sem amor como aguentar?
Mas não é só aguentar...Isso significaria uma situação 100% ruim... E não. Fico tb pelos momentos bons...Na esperança d que se multipliquem mais e mais. Bjo

It's my life disse...

Mais uma fã, Fê L'amour! Abraço.